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Taticamente, Internacional

Este é um artigo opinativo. O texto abaixo é de total responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, a opinião da Rádio Alternativa Esportes.


Por: Rômulo Diego Moreira

Odair Hellmann está no Internacional desde 2017 (Foto: Ricardo Duarte / Internacional)

Vai começar as quartas de final da Libertadores e você vai acompanhar tudo na rádio Alternativa Esportes. Neste canal, os webouvintes vão saber todos os pontos táticos dos times vivos na competição mais relevante do continente.


O primeiro post é dedicado ao Internacional. O colorado caiu num grupo com o atual campeão da Libertadores, River Plate, Palestino e o Alianza Lima. A campanha foi excelente com quatro vitórias e dois empates e, consequentemente, primeiro lugar no grupo com 14 pontos. Na fase de oitavas de final, os gaúchos atropelaram o tradicional Nacional do Uruguai, tricampeão da Libertadores, vencendo os dois jogos sem levar gols. Agora, o desafio é o multimilionário Flamengo, cujo investimento bateu a casa de R$ 200 milhões.


No âmbito tático, o sistema do técnico Odair Hellmann é um 4-1-4-1 bem definido. O lado forte do Internacional é a defesa. O time marca de forma muito compacta, normalmente, com nove jogadores atrás da linha da bola. O resultado da compactação bem estruturada resulta em um sistema de cobertura rápido e eficiente. Há um balanceamento dos laterais, isto é, quando o lateral-direito Bruno vai ao ataque, o lateral-esquerdo Uendel fica para ajudar o sistema defensivo e vice-versa.


Em relação ao ataque, Odair não propõe muito à ação de amplitude. Os atacantes não ficam abertos do lado do campo. Ele prefere a compactação ofensiva de um lado, ou seja, na busca da superioridade numérica. Vários atletas se concentram no mesmo lado do campo, cujo referencial é a bola. A expectativa do primeiro confronto é que o Flamengo tome a iniciativa do jogo e o Inter fique mais no seu campo defensivo. Aos poucos, o colorado deve ir se soltando e apostando, principalmente, no seu trio ofensivo Nico López, D’Alessandro e Guerrero. Esse esquema é móvel, e o uruguaio troca de posição constantemente com o peruano. Às vezes, há uma variação para o 4-4-2 liberando mais um jogador para o ataque. As jogadas têm o objetivo de encontrar os espaços deixados pelas laterais dos adversários. A estratégia colorada, portanto, é baseada na intensidade e passes longos. Desta forma, a eficiência na transição ofensiva é uma característica desta equipe sempre tentando encaixar um contra-ataque em velocidade.


O problema está nos volantes: Edenílson sofreu uma lesão na coxa direita na partida contra o Cruzeiro, pela Copa do Brasil, e Rodrigo Lindoso que lesionou o tornozelo esquerdo. Caso eles não tenham condições de atuar, Nonato e Rithelly devem substituí-los, respectivamente. Se conseguir recuperar os atletas e escalar seu melhor time, o Alvirrubro é mais consistente que o adversário.

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