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Ex-presidente do Botafogo fala da gestão dele e declara: "não vou aceitar que me chamem de ladrão"

Por Almeno Campos


Maurício Assumpção foi presidente do Botafogo por seis anos (FOTO: VITOR SILVA/ SSPRESS)

Maurício Assumpção foi presidente do Botafogo durante seis anos: de 2009 a 2014. Nas duas gestões dele, o Glorioso foi duas vezes campeão carioca (2010 e 2013) e também voltou a disputar a Libertadores em 2014, depois de 18 anos. Porém, foi sob a presidência dele que o clube de General Severiano foi rebaixado para a Série B em 2014, sendo alvo de muitas críticas dos torcedores. No Canal André Marques, no YouTube, o ex-mandatário da Estrela Solitária comentou sobre as acusações de desonestidade.


Claro que num primeiro momento você entende a raiva, a dor da torcida e eu, como torcedor, também estava com raiva e com dor porque sofri com o rebaixamento (em 2014). Eu respeito (a opinião do torcedor). O torcedor me para na rua e vem falar comigo. Dou todo direito de falar comigo. Agora não vou aceitar que me chamem de ladrão, de desonesto porque isso eu não sou. Nas poucas vezes que fizeram, eu retruquei. Espero que na hora que possa provar quem é o verdadeiro Maurício Assumpção, as coisas vão ficar claras para todo mundo. (A torcida) não é boba, não é idiota. Está muito mais esclarecida que em 2014.

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Maurício Assumpção também falou sobre o fechamento do estádio Nilton Santos, em 2013. Na visão dele, esse fato foi a principal adversidade de sua gestão. Além disso, ele acredita que prejudicou toda estrutura financeira do clube.


O fechamento do estádio talvez foi o problema mais grave que a gente tem mais enfrentado durante a nossa gestão e foi o principal motivo da gente não ter conseguido fazer a roda girar. Se o estádio não tivesse fechado, com certeza o panorama da administração teria sido outro. Era com o estádio aberto que a gente conseguia fazer novas receitas e tirar um dinheiro novo. Com o estádio aberto a gente conseguia trazer eventos, novos patrocinadores, fazer placas publicitárias, vender camarotes, espetáculos, shows, sócio-torcedor.


Ainda na entrevista ao repórter André Marques, o ex-presidente alvinegro também pontuou qual foi o maior acerto e o maior erro.


Meu maior acerto foi ter feito uma reestruturação no futebol de base. Não conheço nenhum clube que tenha se tornado grande sem que fizesse investimento de reestruturação do seu futebol formador. Em três anos e meio, nós fizemos uma geração com Vitinho, Dória, Gabriel, Gilberto, Jadson, Gegê, Sassá, Igor Rabello, Matheus Fernandes, muita garotada boa. E essa garotada boa subiu porque em cima tinha um time que deu essa sustentação para a garotada subir. Meu maior erro foi ter caído para a Segunda Divisão. O que levou a esse erro foram algumas situações nas quais eu acreditei. Acreditei em pessoas que eu não deveria ter acreditado.

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