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Dai a Maxi o que é de Maxi


Foto: André Durão/Globoesporte.com

Por: Lucas Janone


A Europa é o berço do mundo e estabeleceu-se como o alicerce de toda uma sociedade. De lá saíram, sem sombra de dúvidas, as maiores influências para a história humana. Do mesmo jeito que o Império Romano, por exemplo, foi fundado lá, outra instituição de mesma magnitude também: o Vasco da Gama.


O cruzmaltino, atualmente, disputa a permanência na Primeira Divisão. A última partida (contra o Internacional) era decisiva na luta contra o rebaixamento. Apesar de Valentim considerar “a melhor” atuação desde que chegou, não foi suficiente para garantir os três pontos. A próxima chance de se distanciar do z-4 é no sábado, dia 3, onde encara o Fluminense. A partida acontece no Maracanã, às 17h.


Não são novidades os problemas técnicos que o Vasco apresenta. Falta inspiração, não transpiração. Mas se só suor não for o suficiente, é preciso dar o sangue. Sim, para a grandeza do time, não é pedir muito. Apenas um jogador, todavia, o faz. E esse sangue é hermano.


Maxi López é o cara. Deem tudo para ele. Faixa de capitão, o número de camisa que quiser e até aumento salarial. Digo isso porque seus números impressionam: 6 gols e 3 assistências em 14 jogos. Ou seja, praticamente em todo jogo precisar ser decisivo. E se ele falou, está falado: O time de São Januário não cai.


Vasco e o Império Germânico de parecidos só de onde vieram, porque um acabou e outro jamais deixará de existir.

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