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A distinta realidade entre dois gigantes


Foto: André Durão/globoesporte.com

Por: Rômulo Diego Moreira (do canal do Youtube e Instagram: Os Antenados na Jogada)


Com a posse marcada para a segunda quinzena de dezembro, Rodolfo Landim, o presidente eleito do Flamengo para os próximos três anos, assumirá um clube bastante diferente do que pegou Eduardo Bandeira de Mello em 2013. Na noite de 16 de dezembro de 2013, o então presidente do Conselho Deliberativo, Maurício Gomes de Mattos, recebeu a previsão orçamentária das mãos de Patrícia Amorim na ordem de R$200 milhões. Os números não eram animadores, pois o rubro-negro era o mais endividado no Brasil. O atual presidente, por sua vez, entrega a estimativa total de receita em valores que chegam a R$750 milhões – neste valor está incluído a venda de Lucas Paquetá, já que a maior parte entra em 2019.


Enquanto isso, no rival, bate frustração. O Vasco terminou na 16°colocação no Campeonato Brasileiro, e os números apresentados pelo presidente Alexandre Campello deixam todos preocupados. A ordem é investimento reduzidíssimo. O clima é de conturbação política, atrasos de salário de atletas e colaboradores e dívidas elevadas. Segundo o documento de previsão orçamentária, a receita líquida será de R$224 milhões.

Um contraste exacerbado diz respeito à expectativa de contratação de jogadores: o Rubro-Negro espera reforçar o elenco vice-campeão Brasileiro com mais de R$100 milhões, ao passo que o Cruzmaltino prevê apenas R$4 milhões em aquisições. A diferença é tão grande que na Colina o plano é ter o gasto mensal de pouco mais de R$3 milhões com folha salarial. O rival gastará por mês no futebol mais de R$11 milhões, ou seja, desembolsará um valor entre três a quatro vezes maior.


O Nação Rubro-Negra, programa de sócio torcedor do Flamengo, arrecadará mais de R$47 milhões na próxima temporada e conta com mais de 98 mil torcedores. O Vasco tem crescido com as ações de marketing e, recentemente, passou o Santos, chegando à marca de mais de 28 mil associados, no qual renderá R$11 milhões.


Em relação aos diretos de transmissão, o Gigante da Colina tem a expectativa de alcançar R$120 milhões. O adversário receberá valores na base de R$220 milhões. Finalmente, o montante em referência aos patrocínios colocará respectivamente nos cofres nos clubes da Gávea e de São Januário R$102 milhões e R$36 milhões. A distância nunca foi tão extensa. Fica evidente que o Vasco de hoje é o Flamengo de ontem

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